sábado, 11 de agosto de 2012

GEOGRAFIA: PARA QUÊ? POR QUÊ?

GEOGRAFIA: PARA QUÊ? POR QUÊ?




A geografia tornou-se ciência no século XIX e foi, durante muito tempo, definida a partir do significado do seu nome GEO Terra, GRAFIA escrita, sendo responsável pela descrição da Terra. Hoje, seus objetivos centram-se na compreensão da sociedade e sua relação vom o espaço.

Geografia: ciência que estuda o espaço em que o homem vive, constrói e destrói. Os estudos geográficos nos ajudam a entender melhor a sociedade em que vivemos e as relações que estabelecemos entre nós, seres humanos, e a natureza. O estudo desta disciplina permite a percepção diferente do espaço e das transformações sofridas por esse espaço, as causas e os efeitos de cada mudança para a vida de cada um de nós e para o planeta.

Há muitas formas de perceber o lugar em que vivemos e, com certeza, as pessoas não veem os lugares da mesma maneira. O "lugar" só se torna um espaço para a ciência geográfica se tivermos uma relação de afetividade. Para geografia, lugar é um espaço conhecido que tem algum significado para a pessoa que a ele se refere.

O espaço geográfico sofre transformações porque precisa ser adaptado às novas necessidades, às novas tecnologias. A ciência geográfica nos permite compreender as relações que nós, seres humanos, estabelecemos com o nosso lugar, com o espaço em que vivemos e construímos nossa vida , ou seja, com o nosso espaço de vivência. É através da Geografia que podemos analisar e entender as transformações sofridas pelo espaço sob a ação das pessoas que nele vivem para que possamos gerenciar as mudanças futuras, fazendo com que elas sejam benéficas para as pessoas e a natureza.

Nós somos grandes trasnformadores do espço natural e a essa ação causada pelo homem na natureza, denominamos ação antrópica. É importante compreender as transformações ocorridas no espaço em que vivemos, para melhor utilizá-lo.

" A ação antrópica, ao transformar o espço natural, produz grandes e graves problemas ambientais"

  1. As indústrias poluem o ar, os rios e, ao atraírem as pessoas para a cidade que nem sempre vão procurar áreas habitáveis, trouxeram novos problemas: as chuvas provocam enchentes devido o mal planejamento da cidade e o entupimento de bueiros, deixando muitos desabrigados e prejuízos materiais.
  2. O desmatamento, a cobertura do solo com asfalto e o grande número de prédios fazem a cidade ficar mais quente, criando as ilhas de calor.
  3. O crescimento do comércio das cidades produz a poluição visual e sonora, devido à necessidade de se fazer propaganda dos produtos à venda.
  4. e outros vários fatores provocados pela ação do homem na natureza.

Quando modificamos o espaço, estamos fazendo geografia e este espaço não é estático (parado), ao contrário, ele muda de acordo com a forma como os homens vão se relacionando entre si e se apropriando do espaço natural.

O espaço natural começou a sofrer alterações desde que os seres humanos apareceram em nosso planeta. No início, eram menos agressivas e limitadas a espaços pequenos, pois os homens viviam em tribos ou em pequenos grupos que caçavam e coletavam alimentos presentes na Natureza, viviam em cavernas, ou, como ocorreu posteriormente, contruíam palhoças, as mudanças eram lentas, gradativas e bem menos danosas, mas não deixaram de existir. Quando colhe um fruto, caça um animal ou abre uma clareira para construir uma aldeia, o homem está transformando o espaço natural em um espaço geográfico.

Atualmente, as alterações espaciais são rápidas e, em geral, bastante agressivas. O espaço geográfico é permanentemente transformado para atender aos anseios da sociedade na sua busca por soluções para tornar a vida mas confortável para a humanidade. Entretanto, nem sempre essa busca produz uma vida qualitativamente confortável para todos.

A Geografia é a ciência que lhe dará ferramentas para compreender as mudanças que ocorrem em seu espaço de vivência e os benefícios e malefícios que essas mudanças podem trazer.

Poluição Terrestre

Poluição Terrestre


A poluição terrestre é uma alteração das características naturais do solo através da deposição, descarga, infiltração ou acumulação neste de produtos poluentes. Estes podem ser resíduos de itados no solo sem qualquer tipo de tratamento (como por exemplo: lixos domésticos e industriais), pesticidas, fertilizantes utilizados na agricultura ou detritos da criação de animais.

Apesar do lixo doméstico ser uma pequena parte do total de resíduos sólidos produzidos, é o mais desagradável e perigoso para a saúde pública quando se acumula perto dos locais onde as pessoas vivem.

As lixeiras constituem um grave problema ambiental. Nelas são acumulados diferentes tipos de resíduos: vidros, latas, plásticos, pneus, electrodomésticos, mobiliário, etc..

Diferentes produtos tóxicos aparecem misturados com o lixo. Quando acumulados e com o passar do tempo infiltram-se no solo. Esta situação é agravada quando chove. A água da chuva atravessa o lixo, dissolve os produtos tóxicos nele existentes e, por infiltração ou escoamento, polui as águas subterrâneas (e a partir destas as águas de abastecimento), os ribeiros, os rios e os lagos.

Para diminuir este problema deve-se:

Ø Tratar lixos e resíduos domésticos e industriais.

Ø Colocar o lixo nos recipientes próprios.

Ø Proteger as florestas.

Ø Utilizar sempre que possível materiais reciclados e preferir produtos ecológicos.

Ø Colaborar na reciclagem de vidro, papel, cartão, alumínio e plásticos, fazendo a separação dos lixos.

Você sabe qual e a diferença entre os mares e oceanos?

Você sabe qual é a diferença entre Mares e Oceanos?

Os mares são diferentes dos oceanos pela dimensão e posição geográfica. São considerados partes dos oceanos, localizando-se entre limites continentais. Também são menos profundos. O mar é salgado porque em suas águas há predomínio de cloreto de sódio, o sal de cozinha (aquele que a mamãe usa para temperar a comida) e também de cloreto de magnésio. A cor do mar varia entre azul e outras cores, como o verde e o cinza escuro. As causas dessas variações se devem ao reflexo do céu, à temperatura das águas, ou ainda, à presença de sedimentos coloridos ou substâncias no fundo do mar. As ondas do mar são causadas pelo vento e a velocidade delas varia muito, dependendo sempre da velocidade e intensidade da ventania.
Já os oceanos...
São divididos por dorsais, formando cadeias de montanhas submarinas que se estendem por mais de 65.000 km ao redor dos oceanos possuindo altura média de 2,5 km acima do solo submerso que o cerca.
Curiosidades
Você sabia que a Terra é o único planeta que possui água em estado líquido cobrindo a maior parte de sua área. Aproximadamente 70,8 % da área da Terra é coberta por água (e os oceanos respondem quase 100% desta área).
Veja também:
Você viveria como um peixe? e Abismos oceânicos
Estas dorsais são normalmente o primeiro ponto onde os terremotos atingem. É nesta região que o novo solo oceânico aparece com o constante subir de magma e seu resfriamento (este processo aumenta o solo oceânico em cerca de 2 km²).
Por que o mar está sempre em movimento?
O movimento das águas do mar e dos grandes lagos chama-se maré, e provoca uma verdadeira dança de vai e vem no nível das águas. A explicação para este fenômeno surgiu após a lei da gravitação, de Isaac Newton, que relacionou intimamente o movimento das marés com a posição do Sol e da Lua e com as forças de atração correspondentes.

http://www.arzy.kit.net/oceanos_e_mares.html

Estações do Ano

Estações do Ano
As estações do Ano.
Todo mundo já sabe que durante o ano ocorrem quatro estações: Primavera, verão, outono e inverno.
As estações do ano acontecem por causa da inclinação da terra em relação ao sol. O movimento do nosso planeta em torno do sol, dura um ano. Esse movimento recebe o nome de translação e a sua principal conseqüência é a mudança das estações do ano.
Se a Terra não se inclinasse em seu eixo, não existiriam as estações. Cada dia teria 12 horas de luz e 12 horas de escuridão. E como o eixo do planeta terra forma um ângulo com seu plano orbital, existe o verão e o inverno, dias longos e dias curtos. Durante o Verão, os dias amanhecem mais cedo e as noites chegam mais tarde. Ao longo dos três meses desta estação, o sol se volta, lentamente para a direção norte e os raios solares diminuem sua inclinação. No início do Outono, os dias e as noites têm a mesma duração: 12 horas. Isso é porque a posição do sol está exatamente na linha do Equador.
Porém, o sol, vai continuar se distanciando aparentemente para norte. A partir daí, os raios solares atingem o mínimo de inclinação no início do Inverno, e, ao contrário do Verão, os dias serão mais curtos e as noites mais longas.
Então, o Sol vai começar a se deslocar na direção sul. Começando então a Primavera e os dias e as noites terão a mesma duração.
Portanto, as estações do ano e a inclinação dos raios solares variam com a mudança da posição da Terra em relação ao Sol. Quando o Pólo Norte se inclina em direção ao Sol, o hemisfério Norte se aquece ao calor do verão. Seis meses mais tarde, a Terra percorreu metade de sua órbita. Agora o Pólo Sul fica em ângulo na posição do Sol. É verão na Austrália e faz frio na América do Norte.
As quatro estações
Outono : De 21 de março a 21 de junho
Do latim: autumno. Também conhecido como o tempo da colheita, pois é nesta época que ocorrem as grandes colheitas. Os dias ficam mais curtos e mais frescos. As folhas e frutas, já estão bem maduras e começam a cair no chão. Os jardins e parques ficam, coberto de folhas de todos os tamanhos e cores.
Isto por que os países lá do hemisfério norte precisam se preparar para o inverno que está chegando. É necessário armazenar bastante comida para nada possa faltar!



Inverno: De 21 de junho a 23 de setembro
Do latim: hibernu, tempus hibernus, tempo hibernal. Associado ao ciclo biológico de alguns animais ao entrar em hibernação e se recolherem durante o período de frio intenso. Estação que sucede o Outono e antecede a Primavera.
O inverno é a estação mais fria do ano. Os dias são curtos e por isso escurece mais cedo.
No sul do Brasil é comum ver a neve cair, cobrindo o chão e as plantas. Já nas outras regiões como São Paulo e Rio de Janeiro, é a chuva quem dá o ar da sua graça.
Como a temperatura cai nessa fase, as pessoas tendem a passar mais tempo dentro de casa, principalmente debaixo das cobertas!


Primavera: De 23 de setembro a 21 de dezembro.
Do latim: primo vere, no começo do verão.
Ah, essa é a estação mais florida do ano! Representa a época primeira, a estação que antecede o Verão.
Com o fim do inverno, os voltam a ser mais longos e quentes. Este é o período em que os animais se reproduzem e constroem seus ninhos. Os insetos como as borboletas e abelhas, voam de flor em flor em busca néctar que as flores possuem.
A temperatura não é tão baixa e nem tão alta fazendo da primavera uma época muito agradável.


Verão: De 21 de dezembro a 21 de março.
Do latim vulgar: veranum, veranuns tempus, tempo primaveril ou primaveral.
Chegou o Verão, a estação mais quente do ano. Muito calor e dias bem longos. As temperaturas estão lá em cima. Relativo a primavera. Estação que sucede a Primavera e antecede o Outono.
As árvores estão verdes e carregadas de frutas. Neste período a Terra recebe mais chuva por causa da vaporização das águas. O céu fica, ás vezes, fica nublado com pesadas nuvens que são o acúmulo de águas dos rios e dos mares transportadas para a atmosfera em forma de vapor.
O verão é uma estação muito gostosa, com a chegada das férias e um clima de alegria no ar.

Bilbiografia:

Top 10: Os animais mais veloses do mundo

Top 10: Os animais mais velozes do mundo



10. Camuflagem galopante

  • Animal: Zebra.
  • Velocidade: 64 km/h.

Muito comum nas savanas africanas, as zebras são um dos pratos preferidos dos leões e perdem feio na maratona contra seus predadores. Mas, mesmo sendo mais devagar, não são abatidas com tanta facilidade. Isso porque a sua velocidade, junto com as listras, cria um efeito visual que confunde os felinos. Como eles enxergam em preto e branco, não conseguem distinguir a silhueta do animal e, muitas vezes, erram o bote.

9. Papaléguas é fichinha

  • Animal: Coiote.
  • Velocidade: 69 km/h.

É só no desenho animado que o coiote perde para o papaléguas. No mundo real, o canídeo da América do Norte pode atingir mais que o dobro da velocidade do galocorredor, que chega aos 30 km/h. Essa habilidade foi desenvolvida para que o seu cardápio não se restringisse à ave. Veados, lebres e outros animais velozes também estão entre suas presas. Mas ele também pode se alimentar de insetos, frutas, cobras e até carniça.

8. Rumo ao sul

  • Animal: Pato-eider.
  • Velocidade: 76 km/h.

Embora viva a maior parte do tempo no mar, mergulhando para encontrar seus alimentos – crustáceos, moluscos e estrelas do mar –, não é nadando que o pato atinge sua maior velocidade. É durante o voo que ele é mais rápido, com o objetivo de migrar para o sul antes de o inverno chegar a seu habitat natural, que fica concentrado em regiões como o norte da Europa, da Groelândia, do Canadá, do Alasca e da Sibéria.

7. Correndo do perigo

  • Animal: Gnu.
  • Velocidade: 80 km/h.

Este parente dos búfalos, dos antílopes e das vacas é um dos maiores mamíferos africanos. Apesar de chegar aos 270 kg, ele precisou desenvolver a habilidade de correr para escapar de leoas, leopardos e hienas, seus principais predadores. Herbívoro, o gnu costuma viver em grupo, que migra por longas distâncias em busca de água e comida – principalmente entre as planícies do Quênia e da Tanzânia.

6. Melhor que o marido

  • Animal: Leoa.
  • Velocidade: 80 km/h.

Caçadoras natas, as leoas são capazes de disparar a essa velocidade em uma curta distância – principalmente quando estão caçando. Isso porque muitas de suas presas são muito velozes, como o gnu. O peso (cerca de 180 kg) e a ausência de pelos espessos, como os de seu parceiro, contribuem para uma corrida mais leve e confortável. Já os leões, que pesam cerca de 250 kg, não conseguem ultrapassar os 58 km/h. Atrás de todo rei da selva há uma grande rainha...

5. Tipo compacto

  • Animal: Gazela-thompson.
  • Velocidade: 80 km/h.

A espécie é muito comum na África e vive em grupos de cerca de 50 animais. É bem miúda: mede, em média, não mais que 60 cm e pesa 25 kg. O seu pequeno porte permite fazer curvas com mais eficiência e velocidade – característica que a ajuda a escapar das garras de seu principal predador, o guepardo. Já a cor amarronzada e as listras pretas na face e no corpo ainda dão aquela força para que ela se camufle em meio às savanas.

4. Salvo da extinção

  • Animal: Antilocapra.
  • Velocidade: 98 km/h.

A rapidez do quadrúpede se deu por uma questão evolutiva: fugir de seu predador, o extinto guepardo-americano. Os antilocapras também foram alvo de pioneiros norte-americanos e quase foram extintos. Com a proibição da caça, foi possível salvá-los e hoje somam mais de 3 milhões, espalhados pela América do Norte. Ainda são caçados por lobos, coiotes e linces, mas esses vão ter de se esforçar para abater essa presa veloz

3. Phelps dos oceanos

  • Animal: Agulhão-vela.
  • Velocidade: 110 km/h.

Encontrado nos oceanos tropicais, este apressadinho também é conhecido como peixe-espada. Ele tem a extremidade do focinho longa e pontiaguda, que ajuda a cortar a pressão da água, aumentando a velocidade com que se locomove. Isso ajuda o bicho a fugir dos predadores (entre eles, o homem, já que essa espécie é um dos principais alvos da pesca esportiva) e também a capturar pequenos peixes, dos quais se alimenta. A vistosa nadadeira do dorso ajuda a direcionar seu corpo.

2. Feito para correr

  • Animal: Guepardo.
  • Velocidade: 115 km/h.

O corpo contribui para que ele tenha agilidade nos movimentos. As unhas, por exemplo, ficam sempre expostas e se fincam no chão, evitando que o animal derrape nas curvas. O tronco esguio e a cauda longa ajudam a cortar o vento e manter o equilíbrio, enquanto as linhas pretas abaixo dos olhos impedem que o reflexo do sol atrapalhe as caçadas diurnas. Isso permite que ele tenha uma arrancada de 72 km/h.

1. Voo mortal

  • Animal: Falcão peregrino.
  • Velocidade: 320 km/h.

O animal mais rápido do planeta atinge sua velocidade máxima durante a caça. Para alcançar sua presa, fecha as asas e mergulha no ar, utilizando a gravidade a seu favor. Com isso, consegue atingir 320 km/h – que é quase a velocidade máxima de um carro de F1, que chega a 370 km/h. A espécie mede entre 38 e 53 cm de comprimento e pode pesar até 1,5 kg, Habitante do Hemisfério Norte (EUA e Canadá), o falcão se alimenta de outras aves, como pombos, e migra para o Brasil na época da primavera, podendo ser vista até mesmo em grandes cidades – trocando seu ninho em penhascos pelo topo de arranha-céus.

top-10-os-animais-mais-velozes-do-mundo