sábado, 8 de setembro de 2012

O clima e as paisagens vegetais da América


O Clima e as paisagens vegetais na América.





No mundo há uma grande diversidade de climas por causa de vários fatores existentes que influenciam as características do clima de uma região. Fatores como pressão, umidade, temperatura das massas de ar, latitude, altitude, correntes marítimas, continentalidade, maritimidade e vegetação é que determinam as condições atmosféricas predominantes do clima.


Dentre os mais variados tipos de clima existentes, os principais são
:

Clima Equatorial: Com temperatura média de 25ºC, é caracterizado por períodos quentes e chuvosos durante quase todo o ano.

Clima Tropical
: Possui variação de temperatura, sendo que o inverno é marcado por temperaturas médias acima dos 20ºC, com períodos de seca; e verão com temperatura média superior a 25ºC, com período de chuvas abundantes.

Clima Subtropical: Possui variação de temperatura, sendo que o verão é marcado por temperaturas entre 15 e 20ºC e o inverno marcado por temperaturas entre 0 a 10ºC.

Clima Desértico
: Possui temperaturas médias entre 20ºC e 30ºC. É caracterizado por ser bastante seco.

Clima Temperado
: Possui boa definição das estações do ano, porém sofre alteração em regiões próximas aos oceanos e mares que tem seu inverno menos rigoroso e verão mais ameno.

Clima Mediterrâneo: Possui temperaturas médias superiores a 25ºC com verão quente e seco e inverno chuvoso.

Clima Frio
: Possui temperaturas médias negativas pelo fato do inverno ser mais longo e rigoroso. O verão ocorre em um período curto de forma amena.

Clima de Montanhas
: Possui temperatura variável de acordo com a altitude, ou seja, quanto maior a altitude menor é a temperatura. Mesmo em regiões tropicais, o clima de montanha é predominante nesse relevo.

Clima Polar
: Possui temperaturas abaixo de zero constantes. O inverno é longo, o verão muito seco e curto.

Clima semi-árido
: Possui temperatura elevada com baixa umidade atmosférica.

As Correntes Marítimas

As correntes marítimas são verdadeiros "rios" de água salgada dentro dos oceanos. Conforme a latitude em que se originam, elas podem ser de águas quentes ou de águas frias. As correntes marítimas podem influir no clima. A corrente do labrador, por exemplo, contribui para que as temperaturas na costa nordeste da América do norte sejam mais baixas ainda. Este chega a provocar o congelamento das águas do porto de Nova York. A corrente do Golfo, por sua vez, aquece o clima do Golfo do México e contribui para a pluviosidade da região, pois suas águas quentes favorecem a evaporação. Nas regiões áridas da américa, por sua vez, temos a corrente do Peru ou de Humboldt, que passa pela costa do peru e norte do Chile. Ao passar sobre as águas frias desta corrente, as massas quentes vindas do oeste perdem calor, condensam-se e se precipitam no próprio mar, e quando chegam ao continente, os ventos já estão sem umidade suficiente para provocar chuvas. O mesmo ocorre na costa oeste da América do Norte, devido a presença da corrente da Califórnia. Tais massas podem carregar ainda uma pequena umidade. Ao sofrer resfriamento sobre o continente, essa umidade transforma-se em neblina, e apesar da ocorrência desta, quase não chove na costa do Peru e Norte do Chile.

A influência das estações do ano

Devido ao movimento de translação da terra e a inclinação do eixo de rotação do nosso planeta, a intensidade de radiação solar varia no decorrer do ano. Em dezembro, é o hemisfério sul que recebe mais intensamente os raios do sol, enquanto o hemisfério norte passa elo período de menor insolação de todo o ano. Em junho, por sua vez, é o hemisfério norte que é atingido com mais intensidade pela radiação solar, enquanto o hemisfério sul passa pelo período em que recebe a menor quantidade de luz do sol. Por isso, o aquecimento do ar nos dois hemisférios varia conforme a época do ano, ocasionando mudanças na pressão atmosférica. Em conseqüência das alterações da pressão atmosférica e temperatura, as massas de ar se deslocam no decorrer do ano. Com seu deslocamento, elas determinam as características gerais dos climas.

A maritimidade


A maritimidade - proximidade em relação ao mar - ameniza as tendências da temperatura. Se o ar for quente, sua temperatura ficará mais baixa, e se for frio, a temperatura será mais elevada. Ao contrário da maritimidade, a continentalidade - distância em relação ao mar - acentua o calor e o frio, conforme a condição do ar. Isso ocorre porque a água demora mais para aquecer do que as superfícies continentais. Mas, uma vez aquecida, a água perde calor mais lentamente do que a terra. Esse fator também influi nas amplitudes térmicas de uma região, isto é, nas diferenças entre a maior e a menos temperatura. Nas áreas próximas ao mar, a variação de temperatura é menor do que no interior dos continentes. No nordeste da América do norte, por exemplo, a maritimidade contribui para que o clima temperado tenha verões mais brandos e invernos mais curtos que nas planícies centrais. Na região do Paraguai, por sua vez, a continentalidade torna os verões extremamente quentes.

Fatores determinantes do clima do continente Américano

O continente americano apresenta uma grande variedade de climas em decorrência de diversos fatores, como a latitude, o relevo, as correntes marítimas e a continentalidade.
Consequentemente, nele encontramos também grande diversidade de paisagens vegetais.

OS FATORES CLIMÁTICOS

Além da latitude, existem outros fatores que contribuem para determinar as condições climáticas de uma região. Entre eles destacam-se a altitude, a maritimidade, correntes marítimas e, principalmente, a dinâmica das massas de ar.

A ALTITUDE

A temperatura diminui em média 1ºC a cada 180 metros de altitude. Isso ocorre porque parte do calor do ar é transmitido pelo solo aquecido pela radiação solar. Do total da radiação que chega à terra, 34% são refletidos por elementos presentes na superfície e na atmosfera (partículas de poeiras, por exemplo); 19% são retidos pela atmosfera, e a maior parte 47%, é absorvida pelas águas e terra da superfície. Daí o calor é transmitido para o ar. Como podemos ver, a superfície terrestre é a principal fonte de calor da atmosfera. Além disso, a pressão atmosférica, e portanto, a densidade do ar, diminui com a altitude. Tornando-se rarefeito, o ar tem menos massa, o que significa menor capacidade de absorver e conservar o calor. É também por isso que, nas altas camadas da atmosfera, o ar é extremamente frio. Como as montanhas mais elevadas do continente americano situam-se a a oeste, é nessa região que ocorre a maior influência da altitude sobre o clima, e mesmo as montanhas situadas na zona tropical, as temperaturas são baixas, sendo que a altitude anula a influência da latitude. Por isso, em plena zona tropical, encontramos áreas de climas temperado e frio, como os cumes de montanhas dos Andes, que permanecem cobertas de gelo o ano todo. Ex: o planalto boliviano apresenta características próprias dos climas de montanha devido a altitude.

http://geografiadaamerica.blogspot.com.br/2009/05/clima.html

Cratera vira bairro na Zona Sul


Cratera vira bairro na Zona Sul

Por Marici Capitelli

Cientistas pesquisam queda de meteorito na Capital. Local pode virar pólo turístico

Dez bombas atômicas jogadas ao mesmo tempo em um único lugar. A Capital já passou pelo impacto dessa experiência quando, provavelmente, um meteorito caiu na Zona Sul da Cidade. O resultado da queda desse corpo celeste elevou a temperatura em torno de 5 mil graus e abriu a cratera de Colônia, em Parelheiros.

O fenômeno raro na América do Sul aconteceu entre 5 e 35 milhões de anos atrás. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) trabalham agora para comprovar os dados cientificamente e chegar, inclusive, à idade correta desse patrimônio natural paulistano.

Durante anos, a cratera ficou entregue à própria sorte e acabou sofrendo uma ocupação desordenada e degradação ambiental - o contrário do que ocorreu em países como Estados Unidos e Alemanha. Lá também há crateras, que são pontos turísticos.

Os especialistas acreditam que a cratera paulistana, depois de ter sua origem comprovada também tem potencial para se transformar em ponto turístico sustentável e gerar desenvolvimento econômico. A Prefeitura também aguarda a confirmação científica para ampliar o trabalho de preservação ambiental que vem sendo feito na região.

A cratera de Colônia tem um diâmetro de 3,6 quilômetros. A profundidade chega a cerca de 400 metros. Quase 70% da área, segundo os estudiosos, está ocupada. São quase 40 mil pessoas vivendo dentro dela, numa ocupação que recebeu o nome de condomínio Vargem Grande.

O geólogo Victor Fernández Velasques, pesquisador da cratera há três anos e professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, diz que a confirmação científica é fundamental.

“É um patrimônio natural importante que precisa ser preservado e que pode ser desenvolvido para o turismo ecológico, gerando renda local e ampliando a consciência ambiental das pessoas”, diz.

Victor diz ter “99% de certeza” de que realmente a cratera de Colônia é resultado da queda de um meteorito. “Mas precisamos ter 100%”, pondera. Em sua opinião, o estudo vai precisar a idade do fenômeno. “O que temos hoje é um espaço muito amplo de tempo (de 5 a 35 milhões de anos)”.

Desde o ano passado, as pesquisas na cratera estão sendo feitas com a verba de R$ 197 mil repassada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Entre as várias etapas do trabalho, o professor e os alunos já recolheram 180 amostras de material retirado do local.

Uma parte disso será enviada para análise em um laboratório canadense. O resultado do estudo vai ser apresentado de maneira extra-oficial em um congresso de Geologia em outubro, em Curitiba (PR).

O geólogo da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, Osvaldo Landgraf Júnior, define o lugar da cratera como “ímpar”. “De maneira alguma é uma formação corriqueira”, afirma. Embora também acredite que tenha ocorrido a queda de um meteorito, o geólogo afirma que a confirmação científica é fundamental.

“Com essa comprovação, a área vai ganhar visibilidade mundial”. Em sua opinião, isso vai afetar diretamente os moradores que ocupam a cratera. “A população também vai entender a importância desse patrimônio.”

Mas será preciso compensar os prejuízos. Além da ocupação desordenada, a região sofreu a devastação ambiental. A área chegou até a abrigar um presídio. Em 2003, foi tombada pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de SP). “O comprometimento ambiental é muito maior. O que a gente consegue ver é apenas o impacto visual”, avalia o professor.

Período

Meteorito teria 400 metros

Um corpo celeste atingiu a Zona Sul de São Paulo, onde hoje está o bairro Vargem Grande, em um período que pode ir de 5 a 35 milhões de anos atrás. De acordo com alguns estudos, o meteorito teria cerca de 400 metros de diâmetro

10 bombas atômicas. Esta foi a quantidade de energia do choque

Terra escura

Bairro possui solo morto, diz moradora

A cratera tem 3,6 km de diâmetro. Até hoje, a terra apresenta uma cor muito mais escura que a normal

400 metros é a profundidade média da cratera, onde hoje há casas

Ocupação

Bairro é desordenado

Cerca de 70% da área da cratera está loteada. O bairro Vargem Grande, em processo de regularização desde 2000, tem 86 ruas e infra-estrutura como linhas de ônibus, escolas, creches, base comunitária e uma emissora de rádio

40 mil pessoas vivem no bairro onde fica a cratera Colônia

Moradores temem novo meteoro

A rádio comunitária Cratera - sucesso absoluto de audiência entre os moradores do condomínio Vargem Grande - sempre aborda para seus ouvintes o bairro de características tão atípicas. O objetivo é conscientizar os moradores da importância da preservação ambiental e histórica.

Só que, preocupados com a sobrevivência diária e com medo de remoção, os moradores de Vargem Grande não se interessam muito pelo assunto. No imaginário popular, a preocupação é outra: será que outro meteorito pode voltar a cair no mesmo lugar?

Mãe de cinco filhos e morando na cratera há 15 anos, a dona de casa Adenita Silva Santos, de 34 anos, diz que quando ouve assuntos da cratera costuma parar para escutar. “Não entendo o motivo desse lugar ser diferente. Quero mesmo é saber se o negócio que caiu no passado pode cair de novo aqui no bairro”. Enquanto vive com essa dúvida, Adenita tem outro medo, esse mais concreto. “A Prefeitura fala que vai remover algumas famílias daqui. Eu tenho medo de perder a minha casa.”

Xerife - esse é o apelido de um dos moradores mais antigos da cratera. Ele é Antonio Fernando Barbosa, de 61 anos, que trabalha como voluntário na associação de moradores, vistoriando as matas para evitar ocupação e a caça.

“Falam que foi um meteorito que caiu do céu. Mas esse assunto interessa muito mais aos cientistas e às pessoas de fora do que aos próprios moradores.”

“Só sei que foi um negócio de milhões de anos. Nada mais.” A afirmação é de Edílson Costa de Jesus, de 44 anos, o Edinho, morador que é conhecido por apanhar as muitas cobras que aparecem no Vargem Grande.

Ele fez até uma caixa de madeira para transportá-las. E já levou cobra no ônibus para entregar no Instituto Butantã. “Não tem perigo de escapar”, jura. A mulherada da vizinhança logo brinca: elas dizem que preferem o meteorito que uma cobra solta no ônibus.

Embora existam três escolas dentro da cratera, os jovens se mostram desinformados sobre o assunto e a importância do bairro.

“Gosto muito desse tema, mas só tive informações quando estava na 4ª série. Depois, os professores não falaram mais”, diz Diego Santos Barbosa, de 13 anos, aluno da 7ª série. “Nunca aprendi sobre a cratera”, afirma Rayane Angeli da Silva Chagas, também de 13 anos.

Terra preta

O Vargem Grande nasceu há quase 20 anos resultado do movimento de moradia que se fortalecia na Cidade. Na época, os novos moradores não sabiam da peculiaridade da área e foram se instalando. Tanto é que a área ainda está em processo de regularização.

“O que nós sempre notamos é que a terra era muito mais preta do que em outras regiões, e também parece um solo morto”, conta Marta de Jesus Pereira, de 44 anos, vice-presidente da Associação Comunitária Habitacional de Vargem Grande (Achave).

Com uma comunidade organizada, o bairro foi ganhando estrutura. Hoje, possui escolas, creches e linha de ônibus. Mas grande parte das ruas ainda é de terra. Nos dias de chuva, vários pontos se transformam em lamaçal.

Opiniões

“Não entendo o motivo desse lugar ser diferente. Quero mesmo é saber se o negócio que caiu no passado pode cair de novo aqui no bairro” (Adenita Silva Santos, dona da casa que mora na região)

“Falam que foi um meteorito que caiu do céu. Mas esse assunto interessa muito mais aos cientistas e às pessoas de fora do que aos próprios moradores” (Antonio Fernando Barbosa, antigo morador do bairro)

Cidade alemã inspira subprefeito de Parelheiros

Olhando de cima, elas são semelhantes. Mas a preservação e ocupação urbana são completamente diferentes. A cratera de Ries, em Nördlingen, na Alemanha, foi formada há 15 milhões de anos e tem cerca de 24 quilômetros. É estudada desde 1790.

Assim como a da Colônia, as pessoas moram dentro dela, só que toda a área é preservada e tratada como patrimônio. Com 20 mil habitantes, a cidade está na rota turística da região da Baviera. Existe até o museu da cratera.

O subprefeito de Parelheiros, Walter Tesch, visitou a cratera alemã em novembro do ano passado. Voltou animado. “Além de um museu muito bem estruturado, eles fizeram pesquisas da impacto da cratera em vários aspectos”, contou.

Segundo ele, é preciso concluir o processo de regularização do bairro Vargem Grande. “Nós tempos que potencializar a cratera, ou seja, fazê-la um instrumento de desenvolvimento da economia local.”

A criação de um museu na cratera de Colônia está sendo estudada. Para isso, vêm sendo feitas ações na tentativa de desativar o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Parelheiros, que fica na região. Um albergue para visitantes e pesquisadores também é cogitado.

http://www.bv.fapesp.br/namidia/noticia/24702/cratera-vira-bairro-zona-sul/

O que é Geografia?


O que é Geografia?

O Para grande parte da sociedade, a Geografia figura como uma disciplina didática que integra o currículo escolar em todos os sistemas de ensino; considerando que essa ciência é “decorativa”, isto é, os alunos são obrigados a decorar nomes de países, rios, cidades, capitais, Estados, entre outros. O que não passa de uma conclusão errônea em relação a essa importante ciência.

A Geografia é muito complexa e bastante abrangente, uma vez que está envolvida em inúmeros assuntos humanos e naturais. A origem dessa ciência ocorreu na Grécia Antiga, estudiosos gregos que viajavam para diversos pontos passaram a registrar tudo o que viam, com destaque para os recursos naturais e aspectos da cultura dos povos.

Um dos estudiosos mais lembrados é Heródoto (484-420 a.C), conhecido como “pai da história e da geografia”, sendo um dos primeiros a realizar
viagens “científicas”. Os primórdios da Geografia contribuíram grandiosamente para o seu desenvolvimento, no entanto, sua efetivação e reconhecimento como ciência sucedeu somente no século XIX, na Alemanha. Fato desencadeado pela Revolução Industrial iniciada na Inglaterra que impulsionou o desenvolvimento tecnológico e científico da época.

O
momento histórico vivido na Europa proporcionou uma situação favorável para o estudo científico geográfico, formando então, na Alemanha, a Escola Geográfica Alemã, denominada também de Escola Determinista.
Os “geógrafos” da referida escola eram: Alexander Von Humboldt, Karl Ritter e Friedrich Ratzel. Todos eles afirmavam que o meio determinava o homem, por isso eram chamados de deterministas, uma vez que não levavam em conta outros fatores.

Pouco tempo depois surgiu outra corrente de pensamento geográfico, agora na França, a chamada Escola Francesa ou Escola Possibilista, para os seus defensores “o meio não determina o homem, pelo contrário, o que acontece é uma constante influência do homem sobre a natureza e vice-versa”. O grande representante dessa escola é, sem dúvida, Vidal De La Blache.

As duas correntes de pensamento apresentadas tinham como finalidade justificar as manobras políticas dos países aos quais estavam subordinados, ambas consideradas “Geografia Tradicional”.

Em todo transcorrer do século XIX, a Geografia atraiu novos temas de abordagem, o que a tornou mais abrangente, reformulando e adaptando a novos objetos e objetivos, oscilando de acordo com o momento histórico e os ideais dos pesquisadores. Nessa perspectiva, muitos geógrafos da atualidade consideram que há muitas geografias, tendo em vista que a ciência está cada vez mais especializada. Hoje, temos a Geografia Humana que atua em diferentes seguimentos, dentre eles: Geografia turística, Estatística, Geografia agrária, Geografia Cultural, Geografia Econômica, Geografia Política, Geografia Social, Geografia Urbana, Recenseamento. A Geografia Matemática atua na Cartografia, Geografia Astronômica, Topografia, Geomática, Orografia, Sistemas de Informação Geográfica. Já na Geografia Física há uma grande subdivisão de atuações, as principais são: Biogeografia (Fitogeografía Zoogeografia), Climatologia (Climas: Clima árido, Clima polar, Clima semi-árido, subtropical, Clima tropical, Clima tropical úmido, Clima tropical seco), Geomorfologia (Geomorfologia fluvial, Geomorfologia eólica, Geomorfologia dinâmica, Geomorfologia climática), além de outras especialidades, como a Paleogeografia, Pedologia, Oceanografia, Hidrologia, Glaciologia, Geografia litorânea, Hidrografia, Hidrologia.

http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/o-que-geografia.htm

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Formação de PANGÉIA

Solos do Brasil e da África
Existem muitas coincidências entre os fatores de formação dos solos do Brasil e da África com relação ao clima, material de origem, vegetação original, relevo e tempo.



Há milhões de anos, os solos do Brasil e da África faziam parte da mesma paisagem do mesmo continente.
Na dinâmica evolutiva da Terra ocorreu atrito entre as placas Sul Americana e Africana, ambos continentes separaram-se a uma distância de quase 10.000 km!
Os espaços entre essas placas também permitiram a entrada de lavas dos vulcões influindo muito na gênese dos solos.
O solo predominante no Brasil, classificado como Latossolo pelo Sistema Brasileiro da Embrapa; é o mesmo que predomina na áfrica onde é classificado como Ferralsol na classificação da FAO e Oxisol na classificação americana.

domingo, 2 de setembro de 2012

Quiz Semanal - Ta esquentando...



Meus Queridos!!!

 Quiz semanal + 4,0 

Nosso Quiz da semana, trata de um assunto polêmico: O Aquecimento Global.
Sabemos que este processo pode ocorre por pelo menos 4 motivos. Pois bem, o desafio é descobrir as quatro formas que podem aumentar ou diminuir a temperatura do planeta.